Nos nossos dias, a introspeção e autoavaliação do Eu são cada vez mais reduzidas. Não há tempo a perder com o nosso interior, numa sociedade de aparências nem na tão óbvia fogueira das vaidades. Filosofar tornou-se pecaminoso ou até mesmo idiota, aos olhos de muitos. Tudo isto parece-me nefasto.

A alteração de comportamentos e/ ou a sua modelação, não são tarefas fáceis. A perfeição não existe e o Ser é diariamente possuído por diferentes sequências capazes de o induzir a cada um dos sete pecados mortais.

Para tal, a capacidade de nos vermos de fora para dentro, assume suma importância. Também nós nos devemos manter críticos para com a matéria de que somos formados e respetivos atos. É através desta experiência, entre outra, que nos tornamos melhores pessoas e intervenientes nas causas/defesas do planeta.