De dar início à farsa.
Esquecer a família, dar prioridade aos momentos de vazio, às ordens dispares, à vida em sólidos geométricos cujos vértices sequer conseguimos sentir nossos, não deixar que a alma se liberte,...

É tempo partir, com a caravana atrás, mais ou menos decorada.
Logo, dar-se-à inicio ao trabalho burocrático que apareceu, como que por magia, com a Lurdinhas e seus sucessores. Mais tarde, virá o tempo de soltar sorrisos rasgados para aqueles que desconhecem o currículo oculto.

Já para a alma, os olhos e os ouvidos é chegado o momento de os telecomandar por forma a apenas ficarem despertos durante a noite ou momentos de lazer.

O favoritismo e o protagonismo envidam-se entre dúbios critérios...