1. Introdução

Muito poucos textos foram escritos acerca das tendências sexuais dos praticantes de Necrofilia. Embora a maioria das pessoas prefira acreditar que não existem praticantes de tais bárbaros actos, as noticias que nos remontam aos dias de hoje permitem-nos saber que o homem é capaz disto e muitos mais para alem da nossa imaginação.

Os necrófilos preferem actuar sozinhos, partilhar não faz parte do seu estilo de vida pois os cadáveres que estes possuem das suas vítimas decompõem-se rapidamente e, segundo estes, perdem a sua verdadeira essência. Isto não quer dizer que não aconteçam orgias envolvendo quatro ou cinco necrófilos e uma dúzia de cadáveres, mas é muito raro. Neste texto serão desvendadas algumas técnicas que os necrófilos usam para satisfazer os seus desejos e fetiches.

 

2. Encontrar um parceiro

Encontrar um parceiro para os necrófilos é decididamente o passo mais difícil. O “predador” necessita não só de encontrar um acesso fácil a uma “presa”, mas também achar que satisfaça os seus gostos. Se o necrófilo tiver acesso a uma morgue essa será sem duvida a forma mais segura de encontrar um cadáver em condições, que esteja intacto, bem conservado e que ainda não tenha tido qualquer contacto com a terra. Estes cadáveres podem ser um pouco frios devido a precisarem de se encontrar conservados nas arcas da morgue, mas isto não será nenhum impedimento á concretização dos fetiches. Os cemitérios são outras formas de encontrar um parceiro. Mas é uma forma muito mais complicada, pois os cadáveres encontram-se enterrados, já bastante decompostos e adulterados, dificultando assim a tarefa de encontrar um cadáver em condições que possa satisfazer os gostos pessoais do “predador”. Devido a isto os praticantes destes actos sórdidos desenvolveram “estratégias” para adquirir os corpos enterrados recentemente.

Existem necrófilos que preferem o chamado “porking the bone”, ou seja, ter relações sexuais com um esqueleto. Neste caso quem pretende um cadáver basta desenterrar em qualquer cemitério onde os corpos não estejam totalmente em pó. Os necrófilos são normalmente pessoas bastante cuidadosas uma vez que consideram os seus actos bastante íntimos e pessoais e, como é óbvio, não desejam ser descobertos pelas autoridades policiais pois conduziria a uma detenção certa.

 

3. Preparação

Independentemente do local onde o necrófilo se encontra deverá ter sempre muito trabalho na preparação para a concretização do seu fetiche.

Quem encontra um cadáver na morgue, para alem de abrir uma arca e retirar o corpo terá de arranjar uma maneira de o tirar de lá, quem encontra o seu parceiro num cemitério terá, com certeza, o trabalho árduo de desenterrar o cadáver e onde quer que se encontre o parceiro ideal, o “predador” terá sempre de o transportar para um sitio que considere seguro, passando despercebido. Há ainda a preocupação de não desmembrar o corpo ate a concretização do fetiche. Para isto existem enumeras maneiras de proteger o cadáver que variam de “predador” para “predador”e daquilo que se tem á disposição no momento.

Depois de se ter o parceiro no local onde serão concretizados os fetiches basta para o “predador” por o espaço e a disposição dos seus elementos de maneira a que se sinta confortável.

 

4. Técnicas

As técnicas também variam de necrófilo para necrófilo. O princípio básico sabido por todos é que quanto mais suavemente se tratar o cadáver mais tempo este dura, mas também quanto mais intensa for a relação mais adrenalina e prazer eles tiram dela.

Uns usam o cadáver como se fosse uma pessoa normal e viva, outros desmembram e usam as suas partes da maneira que querem, existem também aqueles que gostam de comer as suas vitimas durante a concretização das praticas sexuais, entre muitas outras coisas.