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May 22, 2009

O budismo vem para 0 Ocidente



A primeira referencia de urn europeu ao budismo foi feita pelo veneziano Marco Polo, que viu monges a fazerem milagres idóIatras», como ele Ihes chamou) na corte de Cublaicão no século XIII. Seguiu-se urn longo silêncio, até que, em meados do século XIX, manuscritos Mahayana do Tibete e do Nepal chegaram a Londres e a Paris e, ao mesmo tempo, Iivros em folha de palmeira, provenientes do Sri Lanka e da Birmânia, trouxeram 0 none do Theravada para a Europa.



O interesse histórico e linguístico inicial pelo budismo foi em breve complementado por um desejo de conhecer 0 conteúdo do dharma (doutrina), pelo que, fomentada por organizações como a London Buddhist Society e por professores orientais de visita ao Ocidente, a prática budista se instalou na Europa e na América do Norte a uma escala reduzida, mas segura, em finais dos anos 30. Depois a década de 60 foi uma época de progresso e de confusão e enquanto muitos dos novos praticantes se extinguiram numa espiritualidade superficial, outros, que se empenharam nas ideias budistas, passaram temporadas no Oriente e regressaram a Europa e a America do Norte para se agruparem em comunidades, as quais, desde os anos 70, aumentaram em tamanho e em número. Por outro lado, a presença de mestres orientais no Ocidente, possivel graças ao fim da guerra e a facilidade das Iigações intercontinentais, tern tido também importância fundamental neste processo de difusão. r no Mosteiro de Chilhursl, em Inglalerra. A angha afirma que a vida monastica esla longe de ser um afastamenco do mundo.

Monge a meditar no Mosteiro de Chilhursl, em Inglalerra. A sangha afirma que a vida monastica esla longe de ser um afastamenco do mundo. Os monges e as monjas estão empenhados no ensino e no conservação da natureza, além de uma rotina dedicada ao ipassana (inctospecçao), à mediaçao e a uma autentica disciplina Theravada. v




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April 18, 2009

Os Primeiros Tempos da Vida de Buda

Budismo
Budismo

A maioria das religiões tem história que descrevem a origem do mundo ou o nascimento e as façanhas dos deuses e heróis, e muitas das asiáticas, como hinduísmo e o budismo, adoptam as tradições umas das outras, proporcionando assim à mente humana uma sensação da interconexão de ideias antigas.

À semelhança de muitas das principais religiões, as primeiras lendas budistas devem muito às tradições populares, por isso as histórias que rodeiam o nascimento de Buda talvez só se tenham tornado «budistas» quando, mais tarde, os seus seguidores se apropriaram delas. Do mesmo modo, grande parte da teoria budista emerge de um contexto partilhado.

A crença de que o renascimento estava associado ao karma (actos cometidos no passado) crescia na Índia do século VI a. C., sendo também comum a suposição de que o ascetismo era uma forma de escapar ao renascimento e de que, ao abandonar a sociedade convencional, era possível encontrar-se o caminho que conduzia à salvação. Tais ideias decorrem de uma percepção de insatisfação da vida e da inerente corrupção do complexo mente-corpo.

Se o corpo pudesse ser refreado e a mente purificada, o conhecimento dos valores supremos seria atingido, libertando assim o ser humano do sofrimento provocado pelo renascimento. Certos aspectos destas crenças sustentaram o pensamento de Buda, mas o seu génio residiu na diagnose do modo como se poderia atingir neste mundo uma felicidade indissociável da ética, apesar dos constrangimentos de um cosmo sombrio.



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April 18, 2009

Rotas e Juncos de Comércio



Vindos da China e da Coreia



O comércio feito ao longo das Rotas das Especiarias estava, inicialmente, bastante bem localizado. Só nos séculos VII e VIII começaram os navios vindos da China a navegar por todo o Médio Oriente e vice-versa. Mas estas viagens mais longas continuavam a seguir rotas que tinham sido estabelecidas séculos antes.



Em 1207 a.C. chegou ao poder no Norte da China uma família real de nome Zhou. A sua dinastia durou mais de 800 anos, até 221 a.C. Durante este tempo, a área de influência chinesa estendeu-se, e houve um grande aumento de comércio com outras nações. Esta expansão continuou durante a dinastia chinesa. A antiga cultura chinesa tinha produzido soberbos artesãos, e os seus produtos eram altamente apreciados, em particular a bela seda, material que nenhum outro país sabia produzir.



Outras exportações incluíam as especiarias, como a cássia e o gengibre, o ferro e o jade. Os mercadores da Coreia, do Japão e do Sudeste Asiático congregavam-se nos portos chineses, trocando os seus produtos pelos do Império Celestial.



Um dos principais povos a estabelecer comércio com a China foi o povo coreano.
Os dois povos comerciavam por terra e por mar. A partir de 140 a. C., houve, regularmente, feiras comerciais na fronteira do Norte da China, onde podiam ser compradas peles e outras mercadorias valiosas vindas da Península Coreana. Os navios coreanos faziam-se à costa à volta do extremo norte do Mar Amarelo e aportavam na Península de Cantão, enquanto outros atravessavam o mar aberto, até Nagasáqui, no Japão. Daí, voltavam para a China, dirigindo-se para os rios Hoão ou Iansequião, ou mesmo para a Baía de Hancheu.



Mais para sul, os navios – ou juncos – chineses transportavam carregamentos pela costa, até P´anyu (Cantão), e Cattigara, no Vietname do Norte. Por esta altura também existiam relações comerciais entre a China e Java. Os navios saíam de Cattigara e de Fucheu, a norte, e viajavam através das Filipinas até às Molucas e Java Oriental.
A viagem demorava, ao todo, vários meses, mas os navios regressavam carregados de cravo-da-índia, noz-moscada e maça.



Pelo menos desde 200 a.C. que os juncos chineses navegavam até à Península de Malaca e ao Estreito de Malaca, a sul. Aqui, encontravam e negociavam não apenas com povos indonésios, mas também com mercadores indianos. Pois para lá do Estreito está situada a vastidão do Oceano Índico – e a riqueza da própria Índia.





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April 13, 2009

O Dragão e o Senhor Cavaco..



O Dragão e o Cavaco
Gente de laço… Gente fina…
Num belo jardim em Xangai
Há um longo muro
Encimado pela figura de um dragão
O senhor cavaco e sua companheira
Pediu a quem ali estava
E disse em voz alta
Tirem uma fotografia. Vá Lá…
«Espero que o dragão fique na foto, PORQUE É O SÍMBOLO DO PODER».
E já se vê que quem o exerce tomou-lhe o gosto.
(Esta passagem foi em Abril de 1994 – ADIVINHEM A PERSONALIDADE)



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April 11, 2009

Este Domingo de Páscoa de 2009

Ovos de Páscoa
Ovos de Páscoa

Olá a todos.

Cá estou para vos desejar uma Santa e Feliz Páscoa. Que possamos ser flores que brotam no jardim do coração de todos à nossa volta. Ou seja, que a nossa vida embeleze a vida dos outros, sobretudo dos que mais esperam de Deus uma graça especial. Ele conta com cada um de nós para abençoar os outros, para lhes transmitir a Sua alegria, a Sua esperança e o dom da Ressurreição. Sim, somos todos missionários do Pai, tal como Jesus. Que a nossa vida fale da Páscoa a todos.Recordo-vos com carinho na amizade e na oração





Amici carissimi:



Ciao a tutti. Eccomi per augurarvi una Santa e Felice Pascoa. Che possiamo diventare fiori nel giardino del cuore di tutti accanto a noi. Che la nostra vita faccia diventare piùbella quella degli altri, soprattutto di coloro che aspettano da Lui una grazia speciale. Lui conta su di noi per benedire gli altri, per trasmetterli la sua goia, la sua speranza e il dono della Risurrezione. Sí, siamo tutti missionari del Padre, come Gesù. Che la nostra vita parli di Pascoa a tutti.
Vi ricordo con affetto nellamicizia e nella preghiera
Vostro



Dear friends:



Hello everyone. I send you my best wishes of a Holy and Happy Easter. May we become flowers in the garden of the hearts of those around us. May our life make others lives more beautiful, especially of those who await a special grace from God. He counts on us to bless others, to show them his joy, his hope and the gift of the Resurrection. Yes, we are all missionaries of the Father, like Jesus. May our life speak of Easter to all around us. I remember you in my prayers and friendship
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April 7, 2009

REFLEXÃO - E BOA PÁSCOA PARA TODOS...

Caros amigos:

Olá a todos.

Estamos mais num tempo da Quaresma. Também este ano quero acompanhar-vos na peregrinação que Jesus nos convida a fazer com Ele em direcção a Jerusalém. Como é habitual, ofereço-vos uma reflexão sobre o mistério da Sua Paixão, Morte e Ressurreição, centrada no Evangelho quotidiano. Dos vários métodos que podemos usar para rezar e meditar sobre o Evangelho, quero propor-vos o seguinte: escolher uma palavra do Evangelho do dia que pode resumir o seu conteúdo principal. Este tempo que agora iniciamos é um presente muito especial que Deus nos oferece, porque o confronto com o Evangelho, com a experiência de Jesus e dos seus discípulos deve ajudar-nos no crescimento espiritual. Durante este tempo da Quaresma, somos convidados a rever as nossas relações pessoais com Deus e com os outros. Façamos então o propósito de viver estes dias com um coração aberto e numa atitude de humildade, a qual nos deve ajudar a acolher Deus no nosso coração e a deixarmo-nos modelar por Ele, como barro nas suas mãos. Dado que Ele nos ama acima de tudo, a nossa vida deve falar dele aos outros.

A todos os votos de uma boa peregrinação.


QUERO SEGUIR-TE


Jesus, meu irmão,
Eis-me pronto para peregrinar contigo
Em direcção a Jerusalém,
Onde me farás ver a profundidade do teu amor para comigo.
Ajuda-me a pôr em prática o teu evangelho,
Para me tornar, no quotidiano da minha vida,
Teu discípulo, teu amigo.
Dá-me a força para carregar a minha cruz
E ajudar os outros a carregarem a sua.
Que esta peregrinação Quaresmal seja para mim
Um reforçar a minha fé e o meu amor
Por ti e por todos à minha volta.
Ámen.
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April 5, 2009

China Obriga-nos a Mudar

China Obriga-nos a Mudar
China Obriga-nos a Mudar

Uma chave para a Eco-Globalização

Neste pequeno livro cultiva-se uma prespectiva optimista quando ao nosso futuro comum e ao papel que nele a China poderá desempenhar.

Acima de tudo, a China constitui para nós, ocidentais, uma oportunidade de redenção, por nos obrigar a adoptar mudanças drásticas de comportamento.

Mas o desejo que os chineses legitimamente alimentam de alcançar um nível de desemvolvimento económico semelhante ao dos países ricos do Ocidente não configurará, ao mesmo tempo, uma ameaça iminente, naóptica da sustentalidade ambiental e da estabilidade económica à escala planetária?

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February 19, 2009

Os Símbolos Nacionais - China/Macau



DSC09605
DSC09605



Republica Popular da China

Os símbolos nacionais

A bandeira nacional, o emblema nacional e o hino nacional conhecido por “Marcha dos Voluntários são considerados símbolos nacionais da Republica Popular da China.



A bandeira nacional

A imagem

A bandeira e de cor vermelha. No canto superior esquerdo encontram-se cinco estrelas amarelas de cinco pontas. Entre elas, uma e maior e as restantes quatro são mais pequenas e devem ter uma ponta orientada para o ponto central da estrela maior.



Regras a observar na exibição e utilização da bandeira nacional

. A bandeira nacional deve ser exibida diariamente na Residência oficial do Chefe do Executivo, no Aeroporto Internacional de Macau, entre outros.

. A bandeira nacional deve ser exibida nos dias úteis no Gabinete do Chefe do Executivo, na Assembleia Legislativa, no Tribunal de Ultima Instancia, entre outros.

. A bandeira ou seus desenhos não podem ser utilizados em marca ou publicidade, nem em cerimónia fúnebre privada. A infracção será punida com multa ate 50.000 patacas.

. A bandeira ou seus desenhos não podem ser utilizados, sem a autorização prévia do Chefe do Executivo, em nenhum sector nem nos símbolos, carimbos ou emblemas de qualquer instituição não oficial.

. A bandeira que se apresente deteriorada, suja, descolorada ou em desacordo com as especificações aplicáveis, ou por qualquer outra razão degradada, não pode ser exibida nem utilizada. A infracção será punida com multa ate 10.000 patacas.



Os SIMBOLOS da RAEM


A bandeira regional e o emblema regional são considerados símbolos regionais da Região Administrativa Especial de Macau.


A bandeira regional


Imagem


A bandeira e de cor verde, No centro da bandeira encontram -se uma flor de lótus branca, de três pétalas. Por cima da de lótus devem encontrar-se cinco estrelas douradas de cinco pontas. Uma das estrelas, maior do que as restantes, deve colocar-se ao centro. As restantes quatro estrelas, mais pequenas, devem ser colocadas duas a duas, respectivamente e, a esquerda e a direita da estrela maior. Por baixo da flor do lótus encontra-se uma linha branca, representando uma ponte, e, por baixo desta, quatro linhas brancas, representando a agua do mar, que devem ir aumentando de espessura, gradualmente e de cima para baixo, dando uma perspectiva de profundidade.
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October 15, 2008

Artistas de Boca e Pés....



Pintores com a Boca e os Pés...
Pintores com a Boca e os Pés..…



SOLIDARIEDADE - NÃO CARIDADE



Estes artistas de socesso que devido a uma deficiência por doença ou de mascimemto não podem realizar as suas obras com as mãos, mas sim com a boca ou os pés.

Foi formada a partir de um pequeno grupo, o conceito desenvolveu-se ao longo dos 52 anos numa associação a nível mundial com a presença em 74 países de todos os continentes dando apoio a mais de 700 artistas.

SADM
SADM



No Circo
No Circo

O meu gato
O meu gato

Natalina
Natalina

Selvagem
Selvagem

Estrela
Estrela

Postais0004
Postais0004

Postais0002
Postais0002

Pintores - Postais
Pintores - Postais

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October 10, 2008

Instituto Português do Oriente ( IPOR )

Língua Portuguesa na  ( IPOR )
Língua Portuguesa na ( IPOR )

Macau Diálogo de Culturas

Apresentar Macau como ponto de encontro civilizacional e expressão concreta de diálogo e tolerância entre culturas tão diferentes como são a chinesa e a portuguesa.

- Dinamizar o ensino da língua portuguesa em Macau através de um Centro de Línguas, e no Oriente, através do apoio aos leitores e centros de português.

- Apoio aos Leitorados e Centros de Português na Ásia - Junto de instituições Universitárias da R.P.China, Coreia do Sul, Japão, Tailândia, e Malásia.



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October 9, 2008

O Seminário do Meu Tempo



Ilustre Manuel Teixeira
Ilustre Manuel Teixeira

Fui seminarista do Seminário de S. José, de Macau, de 1924 a 1933, e professor de 1931 a 1946. Vou descrever as minhas impressões do edifício e dos seus ocupantes, professores, seminaristas e duas espécies de alunos, internos e externos, de 1924 a 1933.

GALERIA DE FIGURAS ILUSTRES

O Seminário tem um corredor de 80 metros de comprimento que termina num grande salão. Abrindo-se a porta desse salão, serão 100 metros, ou seja, o maior corredor de Macau.O Seminário foi fundado pelos Jesuitas em 1728 e foram eles os seus directores e professores, em várias épocas: 1728 - 1762, 1862 - 1871, 1890 - 1910, 1930 - 1939.

Ciosos das suas sucessivas gerações de gigantes, colocaram na parede desse longo corredor as grandes figuras inacianas, de Macau e da China, sobretudo os grandes astrónomos de Pequim.

Os Lazaristas, que lhes sucederam em 1780, não colocaram nenhum dos seus. E foi pena, porque um lazarista, S. João Gabriel Perboyre, que ensinou francês e aprendeu chinês no Seminário, foi o único professor canonizado, até hoje. O seu professor de chinês P.e Joaquim Afonso Gonçalves, da mesma Congregação de S. Vicente de Paulo, foi o maior sinólogo português.

Ao passar por esse longo corredor, eu meditava na vida heróica dessas gerações de gigantes que vinham para para o longínquo Oriente desprendidos de tudo e de todos, para aqui trabalhar e morrer, sem intenção de regressarem á terra natal.

Não vinham buscar ouro nem prata, nada queriam nem recebiam do seu Governo.

Desejavam apenas que este o deixasse trabalhar, para maior glória de Deus.

E que fez o Governo? Em vez de os ajudar na sua missão de bem-fazer, só lhes punha entraves.

Vede o que sucedeu aos Jesuitas: expulsos em 1762, 1871 e 1910. Em 1939, saíram voluntáriamente.

Quantos ao Lazaristas, que para cá vieram em 1780, foram expulsos pelo liberalismo, em 1834.

A vida do Seminário ressentiu-se devido a estes choques brutais, e a educação da juventude macaense sofria tratos duma esfera de futebol.

Até que um dia veio um pé de ventoe fez voar até os retratos desses gigantes. Nem sombra ficou deles.

Essas paredes ficaram nuas.

Caíram no olvido as mamórias gloriosas desses homens que foram dilatando a Fé e sustentando o Imperio.

O longo corredor de 80 metros ficou mudo.

Quando voltarão essas figuras a ocupar os seus lugares?

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October 5, 2008

As Culturas - Laica e Clerical

Frontispicio 1590
Frontispicio 1590

Macau é, nos séculos XVI e XVII, um dos pólos do emergente sistema cultural global. Uma das frentes da Revolução informativa e comunicativa que começa a fazer nascer uma Cultura Planetária.

A paisagem cultural de Macau, de cerca de 1560 a 1660, apresenta dois grandes campos. Um de cultura laica, essencialmente técnico-prática e um outro de cultura clerical, mais teórica e erudita.

Ambos são fruto do dinamismo marítimo-mercantil e servem, de um modo, respectivamente, mais imediato ou mais mediato, o essencial dos interesses da cidade-portuária. Por isso, ambos se cruzam e encontram em determinadas áreas de incidência e de estratégia comum. Casos, por exemplo, da tradução e da formação - uso de intérpretes ou da transferência-adaptação tecnológica ( relógios mecânicos, canhões, etc ).

Macau, cidade autónoma de mercadores, celebra na prática um acordo de monopólio da cultura erudita e teórica, com os missionários, em especial da Companhia de Jesus. Assim, uma cidade portuária vocacionada para funções culturais práticas torna-se também um relevante centro intercultural, no plano erudito-doutrinário.

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September 22, 2008

Breve Biografia de Kim Il Sung - Corea

Kim Il Sung
Kim Il Sung

Nuestro pueblo, com gran alegria, acoge como máxima fiesta nacional el sexagésimo aniversario del natalicio del camarada Kim Il Sung, estimado y querido lider.

El camarada Kim Il Sung, destacado marxista-leninista y gran lider de la revolucion, nacido de uma familia revolucionaria, ha venido luchando com toda dedicacion por la restauracion de la Patria, por la libertad y felicidad del pueblo, por el triunfo de la causa socialista y comunista, y por la victoria del movimento comunista internacional y la lucha de liberacion nacional antimperialista, abriendose paso por entre los mas intrincados caminos en la historia contemporianea desde que muy temprano, desde hace medio siglo emprediera la ruta revolucionaria que ha proseguido hasta hoy.

La historia revolucionaria del camarada Kim Il Sung, gran ideologo y teorico, genio de la revolucion y estimado y querido lider quiem concibiera la idea Zuche, correcta idea directriz marxista-leninista de muestra revolucion, y condujera la revolucion y la construccion por um camino de victoria es una inmortal epopeya revolucionaria que dice de la vida y lucha del mas grandioso patriota y comunista.

El camarada Kim Il Sung, enarbolando la bandera revolucionaria de la idea Zuche, bandera marxista-leninista, condujo la revolucion coreana hasta la victoria, logrando asi la liberacion de la Patria y la instauracion de un avanzado regimen socialista y poderoso Estado socialista industrial en esta tierra, asi como ha dejado inscritas, com su profundo y original que hacer teorico-practico inmortales hazanas en el desarrollo del marxismo-leninismo y en la historia de la lucha revolucionaria mundial.

Por eso el pueblo coreano, com inmenso orgullo, admira al camarada Kim Il Sung como sol de la nacion y gran lider, y asimismo los pueblos revolucionarios del mundo le tinem tambien gran aprecio y simpatia, reconociendolo como uno de los destacados dirigentes del movimiento comunista y el movimiento revolucionario internacionales.

El camarada Kim Il Sung es un gran lider de la revolucion avezado en la teoria cientifica de la revolucion, com una destacada capacidad de direccion y nobles virtudes.

Las grandes ideas revolucionarias del camarada Kim Il Sung, nucleadas en torno a su idea Zuche, y su brilhante historia revolucionaria son fuente de invencible fuerza, coraje y confianza para los revolucionarios, asi como un manual de la revolucion que les indica el camino de la victoria.

Hoy dia, son muchos los hombres y puablos revolucionarios del mundo, y ni que decir tiene del pueblo coreano, que estudian prufundamente las grandes ideas revolucionarias del camarada Kim Il Sung y su imperecedera historia revolucionaria, y que esperan anciosamente una mayor tirada editorial de sus obras, asi como datos de su trayectoria revolucionaria.

Reflejando este anhelo y la expectativa unanime de amplios sectores populares, tanto del interior como del exterior del país, el comité editorial constituido a tal efecto saca hoy a la luz la "Breve Biografia de Kim Il Sung", com motivo del sexagesimo aniversario de su nacimiento.

La " Breve Biografia de Kim Il Sung" repasa en sintesis su lucha revolucionaria de medio siglo, sus cientificas ideas revolucionarias, su sabia direccion y sus altas cualidades morales, asi como las ricas experiencias de combate y las brillantes hazanas que ha encarnado ese proceso.

A la luz del profuso a la vez que profundo contenido de la eximia y extensa historia revolucionaria del camarada Kim Il Sung, este libro presentara puntos de insuficiencia.

Sin embargo, con objeto de servir de ayuda a los camaradas que aprenden con infinita dileccion la gloriosa y brillante historia revolucionaria del camarada Kim Il Sung, estimado y querido lider, es por lo que se publica este libro.

"Comitté Editorial para la " Breve Biografia de Kim Il Sung"

Abril de 1972

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September 19, 2008

Memórias das Cidades de Portugal

portugal
portugal
AVEIRO - A Veneza de Portugal.

BEJA - Raízes no Passado Olhos no Futuro.

BRAGA - Velha e Rica Senhora.

BRAGANÇA - Pedras do Nordeste.

CASTELO BRANCO - Encruzilhada de Rotas Históricas.

COIMBRA - Um Espírito.

ÉVORA - Património da Humanidade.

FARO - Porta do Sul.

GUARDA - Farta, Forte, Fria, Fidalga.

LEIRIA - Monja do Lis.

LISBOA - As Sete Colinas.

PORTALEGRE - O Traço Amarelo.

PORTO - Daqui Houve Nome Portugal.

SANTARÉM - Capital do Gótico.

SETÚBAL - Rio Azul.

VIANA DO CASTELO - Seis Séculos de Arquitectura.

VILA REAL - Princesa de Trás os Montes.

VISEU - Cidade Jardim.

AÇORES - Ilhas de Bruma.

MADEIRA - Pérola do Atlântico.

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September 16, 2008

O Primeiro Imperador da China...

China.086.2006
China.086.2006

O espantoso exército de terracota, com mais de sete mil figuras de soldados, cavalos e carros de combate, é o legado mais comhecido de Qin Shi Huangdi, considerado o primeiro imperador da China. Depois de unificar os diferentes reinos rivais, Qin Shi Huangdi criou o maior império da Antiguidade, planificou a construção da Grande Muralha da China e mandou erguer o maior mausoléu do mundo.Mas a que preço? O imperador prosseguiu as suas metas com uma determinação impiedosa, sacrificando a vida de milhares dos seus súbditos. Foi um herói para o seu povo, mas também um tirano de uma crueldade inimaginável. Este documentário evoca a vida e a época de um poderoso e controverso soberano cujo reinado foi um marco na civilização chinesa.

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September 16, 2008

Timor Sempre Longe...

Timor Ocupação 1
Timor Ocupação 1
timor capa ocupação 2
timor capa ocupação 2

Os acontecimentos em Timor, de 8 de Dezembro de 1941 a 5 de Dezembro de 1945, constituem um dos mais graves períodos da política externa durante a conflagração mundial - aquela em que uma parcela da população portuguesa sofreu mais directamente os efeitos créis das operações de guerra.

Que estas palavras seja também, uma homenagem ao valoroso povo timorense pelo seu grande amor a Portugal.

..

Timor - Leste o Crocodilo e a Esperança e a criação da ilha de 32.300 km2 (Timor-Leste tem 19.890 km2) plantada no extremo oriental do oceano Índico.

Conta a lenda da criação da ilha. É a história do crocodilo velho em busca do lugar onde nasce o sol que se aventura em terra seca para caçar. Quando lhe faltam as forças recorre à ajuda de um rapaz que depois pretende comer. Há diálogo entre o rapaz e o crocodilo. O grande réptil reconsidera, desiste dos seus intentos e deixa-se morrer transformando-se em ilha. Assim surge a terra em perfil de crocodilo.

...

Timor ficou sempre muito longe para a maioria dos portugueses e apenas a tragédia por que está passando alertou a consciência nacional. Não vamos abordar este período actual mas descrever com o maior número de detalhes possível, uma outra tragédia, pouco comhecida: a cruel ocopação de Timor pelos japoneses desde 20 de Fevereiro de 1942 a 5 de Setembro de 1945, em que perderam a vida muitos dos europeus existentes e, aproximadamente, quarenta mil timorenses.

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September 14, 2008

A Cidade Proibida

1667- A Cidade Proibida
1667- A Cidade Proibida
Durante quase 500 anos, entre o século XV e o início do século XX, 24 imperadores das dinastias Ming e Qing reinaram na China a partir de um sumptuoso complexo de palácios no coração de Pequim. A Cidade Proibida era uma residência imperial enclausurada, um palco de grandiosas cerimónias e, também, a cúpula da imensa e complexa burocracia chinesa. Cada pormenor deste labirinto de paredes carmesim e telhados amarelos (as cores imperiais) fazia da Cidade Proibida púrpura (Zijincheng, em mandarim) um símbolo do Mandato Celestial conferido ao imperador para preservar a harmonia e a ordem hierárquica.

Construção, 1406-1420. A Cidade Proibida seguiu príncipios de planeamento urbanístico com 1.500 anos, consagrados num texto clássico confuciano. Um imperador só servia de mediador do equilíbrio cósmico entre o Céu e a Terra se residisse numa capital adequadamente ordenada. O fogo constituía uma ameaça permanente aos edifícios de madeira. Pouco depois de terminados, os três grandes pavilhões centrais foram reduzidos a cinzas por um incêndio e apenas em 1440 voltaram a ser reconstruídos. Partes do complexo arderam e foram reerguidas pelo menos oito vezes durante a dinastia Qing, a última das quais em 1888.

Regresso do Imperador a Pequim, batedores do séquito do imperador Kangxi entraram na Cidade Proibida em 1689, após uma digressão de oito semanas, uma das muitas do seu reinado. Neste rolo comemorativo da viagem, elites militares e civis alinham-se num pátio para dar as boas-vindas a Kangxi. Ao fundo, os carregadores da liteira imperial aguardam para o transportar até ao Pavilhão da Suprema Harmonia, que se encontra envolto em neblina para transmitir a natureza dicina do poder imperial.

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September 7, 2008

Brasileiros na Selecção do Futebol Português

SCOLARI
Luiz Felipe Scolari
Nasceu a 9 de Novembro de 1948, em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, Brasil. Foi defesa central e, contam as crónicas, não era habilidoso. Foi capitão de equipa do Caxias, clube da segunda divisão brasileira que representou durante sete anos. Passou, depois por Juventude, Novo Hamburgo e CSA, clube onde conquistou o único título como jogador: o campeonato alagoano. Foi nesta equipa que começou a treinar. Depois, no Grémio, conquistou uma Taça do Brasil, uma Taça dos Libertadores e um campeonato brasileiro. No Palmeiras voltou a vencer a Taça dos Libertadores e a Taça do Brasil. Em 2002, sangrou-se campeão do mundo pelo Brasil.
Orientou a Selecção Nacional Portuguesa desde 2003. O treinador brasileiro devolveu aos portugueses a possibilidade de sonharem com a conquista de títulos. Depois de perder na Final do Euro 2004 com a Grécia, “Felipão” levou Portugal ao quarto lugar do Mundial de 2006, na Alemanha…
Em 2008 Luiz Felipe Scolari, saiu da Selecção Portuguesa foi treinar o Chelsea de Inglaterra.
.
DECO
Anderson Luís de Sousa
Nasceu em São Bernardo do Campo, Brasil, médio ofensivo, encontra-se a jogar no Chelsea – Inglaterra, representa a selecção de Portugal o seu primeiro jogo por Portugal foi precisamente a 29/03/2003.
Foi com 19 anos que Deco atravessou o Atlântico para jogar no Benfica. Foi integrado no Alverca e acabou por rumar ao rival F.C.Porto.
Títulos Liga dos Campeões 2004 ( F.C.Porto) e 2006 ( Barcelona).
Taça UEFA 2003 (F.C.Porto)
Liga Portuguesa: 1999, 2003 e 2004 (F.C.Porto)
Taça de Portugal: 2000, 2001, 2003 (F.C.Porto)
Supertaça Portuguesa: 1999,2001, 2003 (F.C.Porto)
Liga Espanhola: 2005 e 2006 (Barcelona)
Supertaça Espanhola: 2005 e 2006 (Barcelona)
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PEPE
Képler Laveran Lima Ferreira, Maceió, Brasil, nasceu 983-02-26 (25 anos)
chegou em 2001 para representar o Marítimo.
Pepe transferiu-se do Corinthians Alagoano para o Marítimo em 2001/02, actuando na equipa B nessa temporada e dando o salto para a equipa principal na época seguinte, onde se manteve duas temporadas, antes de se mudar para os "dragões"
Pepe dos madeirenses para os dragões, em 2004.
Em 2007, o segundo jogador brasileiro a ser chamado à Selecção Nacional.
Pepe do Dragão para o Real Madrid. 2008.

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