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May 22, 2009

O budismo vem para 0 Ocidente



A primeira referencia de urn europeu ao budismo foi feita pelo veneziano Marco Polo, que viu monges a fazerem milagres idóIatras», como ele Ihes chamou) na corte de Cublaicão no século XIII. Seguiu-se urn longo silêncio, até que, em meados do século XIX, manuscritos Mahayana do Tibete e do Nepal chegaram a Londres e a Paris e, ao mesmo tempo, Iivros em folha de palmeira, provenientes do Sri Lanka e da Birmânia, trouxeram 0 none do Theravada para a Europa.



O interesse histórico e linguístico inicial pelo budismo foi em breve complementado por um desejo de conhecer 0 conteúdo do dharma (doutrina), pelo que, fomentada por organizações como a London Buddhist Society e por professores orientais de visita ao Ocidente, a prática budista se instalou na Europa e na América do Norte a uma escala reduzida, mas segura, em finais dos anos 30. Depois a década de 60 foi uma época de progresso e de confusão e enquanto muitos dos novos praticantes se extinguiram numa espiritualidade superficial, outros, que se empenharam nas ideias budistas, passaram temporadas no Oriente e regressaram a Europa e a America do Norte para se agruparem em comunidades, as quais, desde os anos 70, aumentaram em tamanho e em número. Por outro lado, a presença de mestres orientais no Ocidente, possivel graças ao fim da guerra e a facilidade das Iigações intercontinentais, tern tido também importância fundamental neste processo de difusão. r no Mosteiro de Chilhursl, em Inglalerra. A angha afirma que a vida monastica esla longe de ser um afastamenco do mundo.

Monge a meditar no Mosteiro de Chilhursl, em Inglalerra. A sangha afirma que a vida monastica esla longe de ser um afastamenco do mundo. Os monges e as monjas estão empenhados no ensino e no conservação da natureza, além de uma rotina dedicada ao ipassana (inctospecçao), à mediaçao e a uma autentica disciplina Theravada. v




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