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April 5, 2009

China Obriga-nos a Mudar

China Obriga-nos a Mudar
China Obriga-nos a Mudar

Uma chave para a Eco-Globalização

Neste pequeno livro cultiva-se uma prespectiva optimista quando ao nosso futuro comum e ao papel que nele a China poderá desempenhar.

Acima de tudo, a China constitui para nós, ocidentais, uma oportunidade de redenção, por nos obrigar a adoptar mudanças drásticas de comportamento.

Mas o desejo que os chineses legitimamente alimentam de alcançar um nível de desemvolvimento económico semelhante ao dos países ricos do Ocidente não configurará, ao mesmo tempo, uma ameaça iminente, naóptica da sustentalidade ambiental e da estabilidade económica à escala planetária?

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April 7, 2009

REFLEXÃO - E BOA PÁSCOA PARA TODOS...

Caros amigos:

Olá a todos.

Estamos mais num tempo da Quaresma. Também este ano quero acompanhar-vos na peregrinação que Jesus nos convida a fazer com Ele em direcção a Jerusalém. Como é habitual, ofereço-vos uma reflexão sobre o mistério da Sua Paixão, Morte e Ressurreição, centrada no Evangelho quotidiano. Dos vários métodos que podemos usar para rezar e meditar sobre o Evangelho, quero propor-vos o seguinte: escolher uma palavra do Evangelho do dia que pode resumir o seu conteúdo principal. Este tempo que agora iniciamos é um presente muito especial que Deus nos oferece, porque o confronto com o Evangelho, com a experiência de Jesus e dos seus discípulos deve ajudar-nos no crescimento espiritual. Durante este tempo da Quaresma, somos convidados a rever as nossas relações pessoais com Deus e com os outros. Façamos então o propósito de viver estes dias com um coração aberto e numa atitude de humildade, a qual nos deve ajudar a acolher Deus no nosso coração e a deixarmo-nos modelar por Ele, como barro nas suas mãos. Dado que Ele nos ama acima de tudo, a nossa vida deve falar dele aos outros.

A todos os votos de uma boa peregrinação.


QUERO SEGUIR-TE


Jesus, meu irmão,
Eis-me pronto para peregrinar contigo
Em direcção a Jerusalém,
Onde me farás ver a profundidade do teu amor para comigo.
Ajuda-me a pôr em prática o teu evangelho,
Para me tornar, no quotidiano da minha vida,
Teu discípulo, teu amigo.
Dá-me a força para carregar a minha cruz
E ajudar os outros a carregarem a sua.
Que esta peregrinação Quaresmal seja para mim
Um reforçar a minha fé e o meu amor
Por ti e por todos à minha volta.
Ámen.
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April 11, 2009

Este Domingo de Páscoa de 2009

Ovos de Páscoa
Ovos de Páscoa

Olá a todos.

Cá estou para vos desejar uma Santa e Feliz Páscoa. Que possamos ser flores que brotam no jardim do coração de todos à nossa volta. Ou seja, que a nossa vida embeleze a vida dos outros, sobretudo dos que mais esperam de Deus uma graça especial. Ele conta com cada um de nós para abençoar os outros, para lhes transmitir a Sua alegria, a Sua esperança e o dom da Ressurreição. Sim, somos todos missionários do Pai, tal como Jesus. Que a nossa vida fale da Páscoa a todos.Recordo-vos com carinho na amizade e na oração





Amici carissimi:



Ciao a tutti. Eccomi per augurarvi una Santa e Felice Pascoa. Che possiamo diventare fiori nel giardino del cuore di tutti accanto a noi. Che la nostra vita faccia diventare piùbella quella degli altri, soprattutto di coloro che aspettano da Lui una grazia speciale. Lui conta su di noi per benedire gli altri, per trasmetterli la sua goia, la sua speranza e il dono della Risurrezione. Sí, siamo tutti missionari del Padre, come Gesù. Che la nostra vita parli di Pascoa a tutti.
Vi ricordo con affetto nellamicizia e nella preghiera
Vostro



Dear friends:



Hello everyone. I send you my best wishes of a Holy and Happy Easter. May we become flowers in the garden of the hearts of those around us. May our life make others lives more beautiful, especially of those who await a special grace from God. He counts on us to bless others, to show them his joy, his hope and the gift of the Resurrection. Yes, we are all missionaries of the Father, like Jesus. May our life speak of Easter to all around us. I remember you in my prayers and friendship
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April 13, 2009

O Dragão e o Senhor Cavaco..



O Dragão e o Cavaco
Gente de laço… Gente fina…
Num belo jardim em Xangai
Há um longo muro
Encimado pela figura de um dragão
O senhor cavaco e sua companheira
Pediu a quem ali estava
E disse em voz alta
Tirem uma fotografia. Vá Lá…
«Espero que o dragão fique na foto, PORQUE É O SÍMBOLO DO PODER».
E já se vê que quem o exerce tomou-lhe o gosto.
(Esta passagem foi em Abril de 1994 – ADIVINHEM A PERSONALIDADE)



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April 18, 2009

Rotas e Juncos de Comércio



Vindos da China e da Coreia



O comércio feito ao longo das Rotas das Especiarias estava, inicialmente, bastante bem localizado. Só nos séculos VII e VIII começaram os navios vindos da China a navegar por todo o Médio Oriente e vice-versa. Mas estas viagens mais longas continuavam a seguir rotas que tinham sido estabelecidas séculos antes.



Em 1207 a.C. chegou ao poder no Norte da China uma família real de nome Zhou. A sua dinastia durou mais de 800 anos, até 221 a.C. Durante este tempo, a área de influência chinesa estendeu-se, e houve um grande aumento de comércio com outras nações. Esta expansão continuou durante a dinastia chinesa. A antiga cultura chinesa tinha produzido soberbos artesãos, e os seus produtos eram altamente apreciados, em particular a bela seda, material que nenhum outro país sabia produzir.



Outras exportações incluíam as especiarias, como a cássia e o gengibre, o ferro e o jade. Os mercadores da Coreia, do Japão e do Sudeste Asiático congregavam-se nos portos chineses, trocando os seus produtos pelos do Império Celestial.



Um dos principais povos a estabelecer comércio com a China foi o povo coreano.
Os dois povos comerciavam por terra e por mar. A partir de 140 a. C., houve, regularmente, feiras comerciais na fronteira do Norte da China, onde podiam ser compradas peles e outras mercadorias valiosas vindas da Península Coreana. Os navios coreanos faziam-se à costa à volta do extremo norte do Mar Amarelo e aportavam na Península de Cantão, enquanto outros atravessavam o mar aberto, até Nagasáqui, no Japão. Daí, voltavam para a China, dirigindo-se para os rios Hoão ou Iansequião, ou mesmo para a Baía de Hancheu.



Mais para sul, os navios – ou juncos – chineses transportavam carregamentos pela costa, até P´anyu (Cantão), e Cattigara, no Vietname do Norte. Por esta altura também existiam relações comerciais entre a China e Java. Os navios saíam de Cattigara e de Fucheu, a norte, e viajavam através das Filipinas até às Molucas e Java Oriental.
A viagem demorava, ao todo, vários meses, mas os navios regressavam carregados de cravo-da-índia, noz-moscada e maça.



Pelo menos desde 200 a.C. que os juncos chineses navegavam até à Península de Malaca e ao Estreito de Malaca, a sul. Aqui, encontravam e negociavam não apenas com povos indonésios, mas também com mercadores indianos. Pois para lá do Estreito está situada a vastidão do Oceano Índico – e a riqueza da própria Índia.





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April 18, 2009

Os Primeiros Tempos da Vida de Buda

Budismo
Budismo

A maioria das religiões tem história que descrevem a origem do mundo ou o nascimento e as façanhas dos deuses e heróis, e muitas das asiáticas, como hinduísmo e o budismo, adoptam as tradições umas das outras, proporcionando assim à mente humana uma sensação da interconexão de ideias antigas.

À semelhança de muitas das principais religiões, as primeiras lendas budistas devem muito às tradições populares, por isso as histórias que rodeiam o nascimento de Buda talvez só se tenham tornado «budistas» quando, mais tarde, os seus seguidores se apropriaram delas. Do mesmo modo, grande parte da teoria budista emerge de um contexto partilhado.

A crença de que o renascimento estava associado ao karma (actos cometidos no passado) crescia na Índia do século VI a. C., sendo também comum a suposição de que o ascetismo era uma forma de escapar ao renascimento e de que, ao abandonar a sociedade convencional, era possível encontrar-se o caminho que conduzia à salvação. Tais ideias decorrem de uma percepção de insatisfação da vida e da inerente corrupção do complexo mente-corpo.

Se o corpo pudesse ser refreado e a mente purificada, o conhecimento dos valores supremos seria atingido, libertando assim o ser humano do sofrimento provocado pelo renascimento. Certos aspectos destas crenças sustentaram o pensamento de Buda, mas o seu génio residiu na diagnose do modo como se poderia atingir neste mundo uma felicidade indissociável da ética, apesar dos constrangimentos de um cosmo sombrio.



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