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June 2nd, 2008

Dicas para este Verão


Quanto mais quentes são os dias , mais usamos aparelhos para arrefecer os edifícios e a atmosfera aquece. Sugerimos opções para preservar o Planeta e poupar na factura da electricidade.

Os nossos verões estão cada vez mais quentes. Dias acima dos 40º C deixaram de ser novidade. As vendas de aparelhos de ar condicionado têm tido um crescimento significativo. Mas a verdade é que, para refrescar a casa, se aquece uma outra, que é de todos: o Planeta. A produção de electricidade, que estes aparelhos usam, não é um processo limpo. Longe disso. As centrais termoeléctricas libertam gases com efeito de estufa, sobretudo as de carvão, que têm baixa eficiência e produzem um terço da energia em Portugal. E, no Verão, época em que tinham uma actividade mais reduzida, passaram a apresentar picos de produção. Estão, assim, reunidos os ingredientes de um preocupante círculo vicioso: mais calor, mais ar condicionado, mais electricidade, mais aquecimento ainda. Quebrá-lo significa preservar o ambiente e poupar na factura da electricidade.

   As casa tradicionais alentejanas, caiadas de branco e com as suas paredes grossas e janelas pequenas, não foram inventadas por acaso. O branco reflete o calor, as janelas de reduzida dimensão diminuem a quantidade de radiação que entra e as paredes robustas mantêm o interior fresco.

   Em tempos recuados, as técnicas de construção visavam defender o ser humano da acção dos elementos. Com as migrações para as cidades, os edefícios em altura tomaram-se uma necessidade. Passou-se a construir muito, sobretudo nas décadas de 70 e 80 do século XX, mas sem as regras da arquitectura tradissional. Não houve, por exemplo, o cuidado de escolher a melhor  orientação solar. Além disso, predominavam as paredes e os vidros simples, com caixilharia em alumínio. Consequência: excesso de calor no Verão e frio no Inverno. Devido ao aumenmtodo poder económico, os portugueses começaram a adquirir electrodoméstico para seu conforto. Como estes emitem calor, as casas ficaram ainda mais quentes no Verão.

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June 5, 2008

Virtudes do Pão

A Broa ou Boroa

   Pão confecionado com farinha de milho ( ou com mistura em que esta é a maior parte) tradicionalmente de fabrico caseiro e cozido nos fornos lareiros das aldeias portuguesas. É o pão do camponês de Portugal, de massa e côdea mais áspera e espessa, mas de sabor muito apreciado.

   A frugal doçaria popular tomou-a, produzindo várias modalidades regionais. Apreciadíssimas e obrigatórias são as broas de Natal, confecionadas em ritual familiar e oferecidas também como presente da quadra ( com açúcar, abóbora, mel, canela, passas uvas e frutos secos, como nozes e pinhões).

   De Norte a Sul de Portugal existem vários tipos de pão, a broa de Avistes, de miolo escuro e húmido, o pão Alentejano, de cõdea grossa, o Bolo do caco da Madeira... são apenas alguns exemplos.

Com conta peso e medida, o pão fica bem em qualquer dieta.. ou não fossem os mediterrânicos apreciadores deste alimento! O segredo do pão está na selecção dos grãos. Ao consultar a lista de ingredientes, opte por misturas de farinhas pouco refinadas... mais ricas do ponte de vista nutricional. Refinar os cereais de forma a obter farinha e pão brancos retira-lhes quase todo o gémen e farelo, ricos em proteinas, minerais e fibra.

   Escolha farinhas mais escuras e mais ricas, como a farinha integral de trigo (T150) e de centeio (T170 ou variantes menos refinadas, tal como a farinha de trigo (T80 ou 110) ou de centeio (T85 ou 130. Pão aberto e recheado com com carne e vegetais... a sanduíche inventada por John Moutagu é hoje uma óptima refeição e os seus recheios são cada vez mais ousados. Experimente o pão Pita recheado com vegetais, ou a Busqueta mediterrânica guarnecida com legumes e um fio de azeite... Refeições práticas e saborosas, com o sabor rico e quente do mediterrânio!

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June 6, 2008

As Quinas de Portugal...

Elemento emblemático de Portugal por excelência. Uma das componentes da Bandeira, e das armas ou brasão portugueses, as quinas são o distintivo heráldico do escudo na consagração popular. A Bandeira de Portugal é " a Bandeira das Quinas " como uma selecção nacional desportiva é a " equipa das Quinas ".

   Desde os princípios da nacionalidade que as armas dos primeiros reis (e as armas do Reino eram usualmente na Europa as armas do Rei) incluíam no centro do escudo 5 escudetes, carregados cada um com 5 besantes. Com poucas alterações, estas "quinas" mantiveram-se na heráldica portuguesa ao lomgo dos séculos.

   A etimologia latina da palavra refere-se ao número 5, e o 5 é, segundo a simbologia numerológica, um dos números de Portugal. Segundo a tradição lendária, os 5 besantes significavam as cinco chagas de Cristo. Alguns esotéricos chamaram a atenção para a analogia entre a palavra chagas e as chakras (rodas, em sânscrito). Outros notaram que 5 vezes 5 cinco vezes é um símbolo do Infinito, e relacionaram o 5 com a profecia do V Império, reino da Perfeição na Terra segundo a interpretação do "sonho da estátua" pelo profeta Daniel, no Antigo Testamento. Segundo alguns dos mais elevados espíritos portugueses, o P.e António Vieira na "História do Futuro" e Fernando Pessoa na "Mensagem", a Portugal estaria destinado um papel dicisivo no advento do V Império.

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June 10, 2008

O Manjerico à Portuguesa

 

ESTE MÊS FESTAS DE SANTO ANTÓNIO DE LISBOA, E SÃO JOÃO NO PORTO - 13 E 24 JUNHO



Planta herbácea, muito aromática, verde vibrante (erva-real, também conhecida como manjericão). O seu denso tufo arredondado no vaso vermelhão reproduz as cores da Bandeira Portuguesa (verde e vermelho) e talvez também por isso o vaso de manjerico seja tão popular. É usado nos rituais namoradeiros (como a alcachofra) dos festejos abertos com o solstício de Verão. É adornado com uma bandeirinha de papel onde vem escrita uma quadra popular, e trocado entre os namorados.

A palavra " manjerico " é também usada pelo povo para carecterizar um tipo social (homem aperaltado e fraco) e "manjeriquice" foi consagrada como designativo de atitude, ideia ou coisa menor, de pieguismo sensitivo ou mental.

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June 17, 2008

o Cerimonial

O Cerimonial ( Lei-ki ) 1

Original Chinês em Caracteres e Alfabeto

Versão Portuguesa e Notas Críticas

  O Padre Joaquim A. de Jesus Guerra, S.J. nasceu em Lavacolhosm concelho do Fundão, Portugal. Entrou para os Jesuítas, em Oya, na Galiza, a 7 de Setembro de 1925. Ali iniciou o seu curso de Filosofia, que terminou já na Costa, Guimarães. Em Setembro de 1933, partiu para a China, com destino à Missão de Shiu-Hing, fundada pelo Padre Mateus Ricci e seus companheiros Jesuítas, em Setembro de 1583. Ordenou-se em Xangai, onde concluíu o curso de Teologia, na Faculdade Belarmino. Ensinou no Seminário de Macau, e missionou em Shiu-Hing, donde foi expulso pelo regime comunista. Traduziu e comentou os Clássicos Chineses, e publicou o Dicionário Chinês-Português de Análise Semântica Universal, bem como a obra em inglês " Structaral Semantics"

.........

"As Boas Maneiras"

Era o Clássico chinês por onde começava, na Primavera, o curso anual dos Colégios Imperiais, para os quais, diz-se, "ninguém entrava senão de livre vontade". Por gosto, portanto, sinal de que o povo chinês foi sempre amigo de estudar. Note-se que o carácter chinês para a palavra Estudar (Háog) representa um professor, espancando, com as duas mãos, as trevas mentais do aluno, que por sua vez aprecia e colabora.

   Desde  cedo foi convicção generalizada de que  "é preciso ser ensinado, para se chegar a um comportamento exemplar". A Escola na China ensinava para a vida e promoção humana, que não para saber ser ladrão e arrombador de portas e cofres.

   Não ademira, ois, que o povo Chinês adquirisse tanta fama de bem educado. Aliás, a prática e culto das Boas Maneiras ou relações humanas, não tardou a revelar-se receita eficaz para evitar a decadência nacional. O caso é que os Chineses conseguiram assenhorar-se da História, nos cinco mil anos que lá vão, embora com altose baixos como tudoo que é humano.

   Eu sou um filho da Beira Baixa, criado entre a Guardunha e a Estrela, a impornente Estrela que deve ter merecido o nome pelas neves que a cobrem em boa perte do ano. É o Himalaia ( A Serra das Neves ) de Portugal ! De lá vim para os  "Naem-Sean"  (as imponentes Serras) da China, onde aprendi Chinês à minha custa, que ninguém me ensinou. Mas com esse pouco, e uma grande, senão milagrosa, ajuda de Deus, pude traduzir os Clássicos ou Bíblia Chinesa.

   Assim lhe chamam, e não desmerecem a canonização.

Quem puder, que o verifique. Tanto mais que, desde agora, em Portugal e no Brasil, e onde quer que alguém falar ou souber a nossa bela e riquíssima língua, poderá ter esses livros à mão, numa tradução que prima pela fidelidade, como foi classificada no Instituto de Línguas em Pequim.

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June 25, 2008

A Tourada e a Pega de Caras

Típica da Península Ibérica, a tourada tem fundas tradições em Portugal e modalidades originais que não conhece na vizinha Espanha. Há notícias descritivas de grandes touradas que se realizavam no Terreiro de Paço, em datas de grandes festejos nacionais, desde os tempos do rei D. Manuel.

A tourada atingiu o auge no Século XVIII, e ainda hoje na Tourada à Portuguesa os intervenientes vêm trajados ao estilo dessa época. Nesta tourada as lides são todas executadas a cavalo, o que indica a sua filiação na arte da cavalaria e na arte militar. O Marques de Marialva ficou como símbolo da arte de tourear a cavalo, ao mesmo tempo inspirando um estilo chamado " marialvismo " a valentia e o destemor viris no enfrentamento do touro, conjugadas com a estúrdia do fado e do vinho.

Hoje, continuam ainda em actividade a escola equestre de Alter do chão, e as escolas e coudelarias privadas dos cavaleiros tauromáquicos que animam a grande época das touradas durante o Verão.

 

A chamada " pega de caras " é uma das lides da tourada portuguesa, só praticada em Portugal. É uma prova de antiquíssima filiação da tourada ibérica nos rituais tauromáquicos das civilizaçãos mediterrânicas (Creta, Mimos) que exprimiam o domínio do Homem sobre a Natureza. Chegaram-nos nos raras pinturas e desenhos de efebos dando saltos mortais sobre o touro em arremetida.

Na pega, um grupo de jovens 7 a 12 geralmente chamados forcados incita o touroà investida e procuram imobilizá-lo em corpo a corpo na arena - objectivo da pega. O forcado que vai à cabeça procura encaixar-se na cabeça do touro com os braços, sendo nisso amparado por um ou dois forcados chamados 1º. e 2º. ajudas. Se estes se aguentam neste primeiro embate, os restantes correm a reforçar o grupo, enquanto o último da fila, o rabijador, tem a função de pegar e torcer a cauda do animal, tudo ajudando à sua imobilização.

Esta lide, pela sua lealdade (que contrasta com a lide espanhola em que o touro á abatido à espada no final) timbra o carácter português (franciscanismo da fraternidade entre todos os seres da Natureza) e é espectáculo empolgante.

Na gíria portuguesa, fazer " uma pega de caras " é expressão usual para significar ser frontal ou enfrentar corajosamente um assunto difícil.

 

 

 

 

 

 

 

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June 26, 2008

A LÍNGUA PORTUGUESA EM MACAU

 

A língua portuguesa é a língua de mais de 200 milhões de falantes. É a 6.ª língua mais falada no mundo e, relativamente às línguas europeias, é a 3.ª mais usada. Para além de Portugal, é língua oficial em mais oito países espalhados por todos os continentes.
Na Região Administrativa Especial de Macau, a língua portuguesa tem também estatuto de língua oficial a par da língua chinesa, como estipula o Art.º 9.º da Lei Básica “Além da língua chinesa, pode usar-se também a língua portuguesa nos órgãos executivo, legislativo e judiciais da Região Administrativa Especial de Macau, sendo também o português língua oficial”.
Na RAEM a língua portuguesa é língua veicular de ensino na Escola Portuguesa de Macau, na Escola Luso-Chinesa, em alguns cursos do Instituto Politécnico de Macau e da Universidade de Macau, nomeadamente no curso de Direito. É ensinada como língua estrangeira em vários colégios, no Centro de Línguas da Direcção dos Serviços de Educação e Juventude, no Instituto Português do Oriente, na Universidade de Macau, no Instituto Politécnico de Macau, no Instituto de Formação Turística e outros. Existe um canal de rádio e de televisão em português. Este último não tem um horário de programação muito alargado mas tem a vantagem de nos ligar à RTPI. Existem três jornais diários, um semanário e algumas revistas periódicas em português.
Apesar deste esforço e reconhecendo-se que a procura do ensino de português está a aumentar, tudo isto é uma gota de água no oceano. Macau tem uma população fixa de cerca de 500 mil habitantes e uma população flutuante talvez do dobro, em muitos períodos. Só à volta de 4% das pessoas falam português. No entanto, estima-se que haja à roda de 150 mil cidadãos com passaporte português.
 Muitos dos falantes de língua portuguesa aprenderam o português como língua estrangeira. Só usam a língua em determinados contextos, sofrem influência de outras línguas, os próprios familiares próximos falam outra língua, a cultura portuguesa não lhes está próxima... Por isso a sua compreensão e sua forma de expressão é muitas vezes incorrecta. Mesmo as crianças filhas de portugueses emigrantes temporários precisam que se faça um grande esforço para que aprendam e usem a língua portuguesa correctamente.
Na RAEM os nomes das ruas estão escritos em português e chinês sem erros. Já os nomes dos estabelecimentos comerciais, os anúncios, muitas traduções de informações, muitos avisos estão quase ilegíveis.  
Os jovens, e isto não são só os de Macau, não consolidam a aprendizagem da língua a partir dos primeiros anos de escolaridade. As novas tecnologias não facilitam o diálogo, o debate, a expressão correcta das ideias... lê-se pouco, há outras línguas que se impõem... O gosto pela língua portuguesa e a percepção de que ela é o maior marco da nossa identidade “A Minha Pátria é a Língua Portuguesa” vai-se perdendo.
No ensino da língua, tanto para os estudantes de língua materna portuguesa como para os restantes, não é feito grande investimento, quer a nível de materiais adequados e atraentes, quer a nível de formação e incentivos aos professores, quer mesmo a nível de tempo dedicado no currículo ao ensino da língua nas suas várias componentes, se compararmos com o que se passa com outras aqui em presença como o inglês, o francês, o japonês ou mesmo o chinês. A língua inglesa, até por influência de Hong Kong, impõe-se através dos media, dos negócios, da organização do ensino, do investimento na educação.
Portugal, tendo administrado Macau durante quase 450 anos, não conseguiu ter uma política de língua agressiva, que tivesse deixado marcas significativas. Teve outras virtudes. A principal foi ter demonstrado ao longo destes anos saber viver em harmonia com todos os povos, misturar-se sem se diluir, respeitar a cultura e a maneira de ser dos outros e merecer a sua confiança. É por isso que os portugueses se sentem hoje bem em Macau.

Macau está numa fase de crescimento económico extraordinário. Tem condições e tem demonstrado desejar desenvolver a língua portuguesa e as ligações aos países da lusofonia. Prova disso foi a criação do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, tornando Macau numa plataforma de ligação entre as várias partes envolvidas. Há um longo caminho a percorrer e a explorar.

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June 28, 2008

Macau suas Representações no Exterior

 

 

Austrália
Endereço:
Level 17, Town Hall House, 456 Kent Street, Sydney NSW 2000, Australia
Tel:
(61) 2-92641488
Fax:
(61) 2-92677717
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Nova Zelândia
Endereço:
Level 5, Ballantyne House, 101 Customs Street East, P.O. Box 3779, Auckland, New Zealand
Tel:
(64) 9-3085206
Fax:
(64) 9-3085207
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Interior da China - Sector de Turismo na Delegação da RAEM, em Pequim
Endereço:
26th Floor, China Resources Building, No.8, Jianguomenbei Avenue, Beijing, China P.C.: 100005
Tel:
(86) 10-85192901
Fax:
(86) 10-85192911
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Hong Kong, China
Endereço:
11th Floor, Yue Thai Commercial Building, 128 Connaught Road Central, Sheung Wan, Hong Kong
Tel:
(852) 2838 8680
Fax:
(852) 2838 8032 / (852) 3118 2993
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Taiwan, China
Endereço:
10th Floor, No.167, Tun Hwa North Road, Taipei, Taiwan
Tel:
(886) 2-25466086
Fax:
(886) 2-25466087
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Japão
Endereço:
Sanden Building, 3rd Floor, 5-5, Kojimachi 3-Chome, Chiyoda-Ku, Tokyo 102, Japan
Tel:
(81) 3-52752537
Fax:
(81) 3-52752535
E-mail:
Website:
<!--
Contacto:
-->

 

Coreia
Endereço:
Suite 908, Paiknam Building (President Hotel), 188-3, Eulchiro 1-Ka, Chung-Ku, Seoul, South Korea
Tel:
(82) 2-7784402
Fax:
(82) 2-7784404
E-mail:
mgto@korea.com       
Website:
<!--
Contacto:
-->

 

Singapura
Endereço:
371 Beach Road, #12-06 KeyPoint, Singapore 199597, Singapore
Tel:
(65) 62925383
Fax:
(65) 62925882
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Malásia
Endereço:
2.5 & 2.6, Angkasa Raya Building, Jalan Ampang, 50450 Kuala Lumpur, Malaysia
Tel:
(60) 3-21442500
Fax:
(60) 3-21481357
E-mail:
Website:
<!--
Contacto:
-->

 

Tailândia
Endereço:
8th Fl., Maneeya Center Building, 518/5 Ploenchit Road, Patumwan, Bangkok 10330, Thailand
Tel:
(66) 2-2555989
Fax:
(66) 2-6520509
E-mail:
mgto@plt.co.th       
Website:
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Contacto:
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Filipinas
Endereço:
Suite 11-D, 11th Floor, The Valero Tower, 122 Valero Street, Salcedo Village, Makati City, 1227, Philippines
Tel:
(63) 2-812-2595 / (63) 2-813-0947
Fax:
(63) 2-892-5232
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Índia - New Delhi
Endereço:
1110, Naurang House, 21, Kasturba Gandhi Marg, New Delhi - 110001, India
Tel:
(91) 11-41669277
Fax:
(91) 11-41669577
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Índia - Mumbai
Endereço:
504, Marine Chambers, 43, New Marine Lines, Opp SNDT College, Mumbai - 400020, India
Tel:
(91) 22-22000262
Fax:
(91) 22-22070131
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

América

 

E. U. A. - California
Endereço:
1334 Parkview, Suite 300, Manhattan Beach, CA 90266, USA
Tel:
(1) 310-545-3464 / Toll Free 866 OK-MACAU
Fax:
(1) 310-545-4221
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

E. U. A. - New York
Endereço:
501, 5th Ave. Suite 1101, New York, NY 10017, USA
Tel:
(1) 646-227-0690
Fax:
(1) 646-366-8170
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

Europa

 

Alemanha
Endereço:
Schenkendorfstrasse 1, 65187 Wiesbaden, Germany
Tel:
(49) 611-2676730
Fax:
(49) 611-2676760
E-mail:
Website:
<!--
Contacto:
-->

 
Bélgica - Delegação Económica e Comercial de Macau
Endereço:
Avenue Louise, 480, 1050 Bruxelles, Belgium
Tel:
(32) 2-6471265
Fax:
(32) 2-6401552
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

Portugal - Centro de Promoção e Informação Turística de Macau, em Portugal
Endereço:
Av. 5 de Outubro, No. 115, R/C, 1069-204 Lisboa, Portugal
Tel:
(351) 21-7936542
Fax:
(351) 21-7960956
E-mail:
<!--
Contacto:
-->

 

França
Endereço:
38, Rue Anatole France - 92594 Levallois - Perret Cedex, France
Tel:
(33) (0) 1-4134-2103
Fax:
(33) (0) 1-4134-2072
E-mail:
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June 29, 2008

«Patoá» Às Línguas de Hoje

 CRIOULOS PORTUGUESES

   Mais ou menos assimiladas pelas populações dos territórios ultramarinos, as línguas europeias sofrem influências diversificadas e deram origem a falas conhecidas pela designação genérica de «crioulos».

   Assim, em consequência da expansão marítima dos Europeus, surgiram naturalmente, entre essas populações autóctones, «crioulos» portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses.

   O Afro-Português, o Indo-Português, o Sino-Português e o Malaio-Português são «crioulos» aparecidos como formas linguísticas de intercâmbio. Neles se combinou o léxico português com estruturas gramaticais indígenas e se reduziu ao mínimo a própria estruturação original da língua portuguesa, confundindo-lhe os géneros gramaticais e diminuindo-lhe, também, as flexões.

   Com excepção do «papiamento» - o «crioulo» de Curaçau, que deve aos Espanhóis e aos Portugueses a sua formação - estas formas linguísticas eram, as mais das vezes, de uso puramente oral.

   Aparentemente, alguns «crioulos» - que diversos autores apelidam de dialectos coloniais - eram línguas mistas que foram ganhando estruturas diferentes das primitivas.

 

O « PATOÁ »

   O Sino-Português, mais conhecido por «Patoá», era o dialecto «crioulo» falado em Macau.

   Durante cerca de quatrocentos anos, esse «falar» passou de pais para filhos, sendo usado na comunicação diária dos macaenses com os mercadores europeus e chineses. E também serviu como meio de entendimento dos «filhos da terra» ( Ou - Mun iân ) com os servos ou os escravos asiáticos e africanos trazidos a Macau pelos Portugueses.

   O «Patoá» viria a resistir ao tempo, conservando-se em Macau até ao século XIX, correspondendo, afinal, à peculiaridade da população deste território.

   Efectivamente, entregues a si próprios, numa relativa autonomia ditada pelas dificuldades de comunicação com a distante Europa, acentuou-se, ao longo de séculos, a singularidade dos Macaenses que, em natural preservação de cultura, não vieram a identificar-se totalmente com os Portugueses do Velho Continente. E também não vieram a confundir-se com os vizinhos chineses, pois, apesar de com eles conviverem diariamente, portas adentro - nas ruas  e nas casas de Macau - e de o seu minúsculo território estar envolvido pela China, a maneira de ser e o estilo de vida dos «filhos da terra» não vieram a integrar-se na personalidade chinesa. Assim, física e culturalmente diferenciados, os macaenses se conservaram por longos anos.

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