Texto extraído integralmente de http://simplakajrekta.wordpress.com/
Meu nome é Marco Antonio, e juntamente com Augusto, Peter e minha namorada, Daniela, irei editar esse blog.
Para quem vem aqui pela primeira vez, tenho 18 anos, estou no 3º ano do ensino médio, moro no interior de São Paulo, em Caçapava, trabalho na Sabesp, empresa de saneamento básico do estado, sou aprendiz por lá, e faço curso no Senai, de Administração. Isso já é o suficiente para saber sobre quem lhes escreve agora.
Provavelmente virão posts das pessoas que citei daqui a alguns dias.
Nossa intenção, com esse blog, é mostrar o que vemos, como vemos, porque vemos, enfim, é um blog para demonstrarmos nossa opinião para o mundo, para o Brasil, para o estado, para as pessoas que estiverem interessadas, e, enfim, novamente, mostrar nossa opinião.
Simpla kaj Rekta nada mais é que a tradução para o Esperanto (língua criada por L. L. Zamenhof, e o nosso amigo Augusto é fluente nela. Quem quiser saber mais de ambos, pt.wikipedia.org/wiki/Esperanto e pt.wikipedia.org/wiki/L._L._Zamenhof) de Simples e Direto. E é o que tentaremos fazer com o que vamos escrever aqui: sermos simples e diretos.
Não sei melhor maneira de começar do que falar o que eu tenho agora em mente.
É exatamente sobre o autor dos memoráveis e incomparáveis livros O Senhor dos Anéis, O Hobbit e O Silmarillion, sem contar as outras obras, que eu infelizmente não conheço por falta de oportunidade, John Ronald Reuel Tolkien, ou, simplesmente, Tolkien, que irei falar.
Acredito eu que esse homem, além de conseguir nos encantar, pelo menos isso aconteceu comigo e também, acredito, com outros milhões de pessoas, era um incrível linguista e filólogo, sem contar os que não estão nos registros e nem em diplomas, que são o Tolkien filósofo e antropólogo.
Como acabei de ler O Silmarillion (e comecei a ler O Hobbit ontem, sexta. Só pra efeito de nota), está fresco em minha memória as opiniões sobre o que estava lá escrito. A leitura em si é muito complicada, se você é um leitor que tem fome de ler e quer saber o final o quanto antes, ou então tem preguiça de procurar o real entendimento, n’O Silmarillion você será obrigado a dar uma freada e também a ser mais paciente, pois o entendimento da obra se dá somente àqueles que tem a paciência de mudar toda a hora para a última página e ler nomes, tanto de lugares como de pessoas, pois Tolkien criou vários nomes para os mais variados personagens, lugares e, enfim, para tudo. Sem contar as línguas criadas. Dizem que o universo de Eru, o deus supremo da mitologia de Tolkien, e da Terra-Média foi criado para as línguas, e não a língua para o universo em si.
A obra, que não foi organizada por Tolkien, mas sim organizada por seu filho, Christopher Tolkien, que tentou ao máximo deixar coerente a história e seu andamento, fala do começo da Terra-Média, onde se passa toda a história de O Senhor dos Anéis, d’O Hobbit, e do próprio O Silmarillion. Mas abrange não só isso, como também uma pitada de análise das ações do ser humano e de suas consequências.
Sem contar a fantasia, percebemos, no livro, que Tolkien analisa o ser em si, as suas propensões, as fraquezas, as atitudes, e nos dá uma lição de vida. Ele foca nas consequências dos nossos atos, principalmente os atos inpensados, o que é muito fácil de ocorrer, principalmente na hora em que estamos nervosos com algo, ou algo nos irrita ao ponto de nos deixar “inconscientes”, incapazes de agir com coerência e decência, e faz-nos pensar se estamos agindo corretamente na busca daquilo que queremos, ou se precisamos repensar o que fizemos e fazemos quando estamos atrás de algo, querendo que algo aconteça, ou em qualquer outra situação da vida.
No mais, a história é encantadora, o mundo é muito rico em detalhes, os deuses são quase críveis e poderosos, os personagens são heroicos e surpreendentes, e o livro tem tudo para ser uma descrição de uma mitologia antiga, que foi passada de geração a geração.
Tolkien era um homem incrível e admirável, e na minha opinião, está para nascer alguém com tamanha imaginação e criatividade.
O resto e os detalhes, deixo por conta de quem tiver interesse e quiser ler. O que fiz foi mais expressar o que achei do livro, pra ter algo para escrever mesmo.
Deixo um abraço pra todos os que lerem e opinarem, e virão mais posts, assim que eu achar algo sobre o que escrever.
Até a vista.