Human waste

supple like water foam on the barracks' wall

until it tumbles in tears

splinters of cement and lime

dust we interweave in our hands.



Desperdício humano

dúctil como espuma de água no muro do quartel

até ruir em lágrimas

estilhaços de cimento e cal

pó que entretecemos nas mãos.

by Armando TABORDA, in "MANUAL DO DESPERDÍCIO", Ceres Editora, 1994


(article 1st edition, 2008; 2nd edition, 2016)