De facto, o cérebro de uma pessoa é tão único como a sua cara. No entanto, esta singularidade tem origens diferentes.
As diferenças exteriores, isto é, as características físicas, são as mais evidentes. A cor do cabelo, a cor dos olhos, o tom de pele, etc. é o nosso fenótipo, a expressão directa do nosso código genético (genótipo); código esse que é distinto em cada um de nós, à excepção dos gémeos verdadeiros (monozigóticos). Assim sendo, parece que a nossa “cara” é herdada.
Mas o “cérebro”, ou seja, as características psicológicas, essas sim distintas em todos nós sem excepção, são bastante maleáveis, ao contrário das características físicas. Embora possa haver uma determinada tendência para a definição da personalidade, é sobretudo o meio em que vivemos, as experiências que temos e as aprendizagens que fazemos que a moldam.
Portanto, é neste duelo entre a hereditariedade e o meio que nos tornamos seres únicos, em todos os sentidos.



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