Esta frase pode ter várias formas da interpretação. No entanto, a meu ver, a analogia que se pretende fazer é entre a exploração do mundo, através das viagens, e a descoberta de nós próprios, das nossas características e capacidades, através das experiências e desafios diários.
Quando viajamos temos a possibilidade de conhecer outros lugares, outras culturas, outras línguas que nos fazem questionar a nossa própria forma de estar na vida e aprender com a diferença. Do mesmo modo, quando confrontados com os altos e baixos inesperados da vida, temos de questionar as atitudes que nos caracterizam e explorar outras alternativas. Assim, tal como nunca conseguiremos conhecer todos os povos e todas as culturas, também não conseguiremos, até morrer, descobrir todas as nossas facetas e capacidades.
Por isso, seremos viajantes até ao último dia da nossa existência.