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March 10, 2009

Eu como escuteiro.

Desde os meus 9 anos de idade que o escutismo faz parte da minha vida, e desde ai muitas experiências foram vividas, muitos conhecimentos foram adquiridos e, principalmente, certos princípios e ideais foram se enraizando em mim. Ao longo destes anos os desafios que nos têm vindo a ser propostos, variam bastante com a idade e com a maturidade de cada um. Ao inicio via o escutismo numa vertente mais pratica, era um grupo onde encontrava a felicidade querendo sempre fazer mais e aprender mais, dava bastante importância as actividades mais físicas. Porém os anos foram passando e, agora, a minha perspectiva relativamente aos escuteiros mudou bastante. O escutismo neste momento, para mim, enquadra-se mais numa vertente de serviço, ou seja, pensando menos em mim e mais nos outros, devo ter espírito de sacrifício e de solidariedade, e neste momento encontro a felicidade ajudando quem mais precisa. Por exemplo, por vezes vamos a lares de idosos onde cantamos umas músicas, conversamos com os idosos e ajudamos no que for preciso, e congratulamo-nos pela recompensa que nos e dada que se traduz por um sincero e simples sorriso da parte deles.

Published at 23:48 ( 2 comments / 199 visits )
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December 13, 2008

O DISCURSO PUBLICITÁRIO E AS ESTRATÉGIAS DE ALTERAÇÃO DE ATITUDES



A publicidade é um meio de comunicação que tem como objectivo informar a existência de um produto ou serviço. É através da publicidade que o mundo do mercado funciona.
Como sabemos a sociedade gira, hoje, bastante em torno desse mundo do comércio, tendo os cidadãos cada vez mais necessidade de comprar coisas que supostamente os fazem felizes mas que, muitas vezes, são dispensáveis.
Existem muitos meios para fazer publicidade, nomeadamente o jornal, a rádio e a internet. No entanto, é indiscutível que o meio que hoje em dia tem maior impacto no consumidor é a televisão; impacto esse que se deve ao facto de ter imagens em movimento, com sons e expressões. Através deste meio somos bombardeados com informações persuasivas, até de uma forma exagerada. Todos nós sabemos que nos intervalos da programação os anúncios abundam e, na maior parte das vezes, ficamos incomodados com tal situação, mas o que é certo é que, mesmo inconscientemente, esses anúncios que supostamente nos incomodam vão sendo assimilados e vão contribuindo para a mudança das nossas atitudes.
É precisamente a mudança de atitude que desperta no consumidor o desejo de comprar o produto que viu no anúncio. Contudo, as pessoas não são igualmente influenciáveis pela publicidade. Enquanto que umas, mesmo sentindo interesse pelo produto anunciado, demonstram ter sentido crítico perante os seus desejos, outras parecem ser mais susceptíveis a esta forma de persuasão, chegando a adoptar comportamentos consumistas.
A estratégia que os publicitários utilizam para conseguir convencer o consumidor, consiste em transmitir a ideia de que se adquirir o produto ou serviço em causa, irá ser mais feliz e irá estar mais na moda. Deste modo, o consumidor sente que o mesmo é indispensável, o que na maioria das vezes não corresponde à verdade.
Em suma, apesar de a publicidade ser útil para nos manter informados, devemos ter sempre a capacidade para distinguir o essencial do supérfluo. Só deste modo conseguiremos evitar ser como que marionetas nas mãos da publicidade e garantirmos que, em última instância, a decisão de comprar ou não um produto ou serviço é somente nossa.
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October 31, 2008

Cultura ou culturas?


A meu ver, podem ser considerados os dois conceitos, estando eles inteiramente relacionados entre si.

Como sabemos o conceito cultura refere-se a crenças, comportamentos, valores, ideais e também às relações interpessoais, e como é óbvio todos estes componentes variam de pais para pais, de região para região, dando origem as diversas culturas.
Assim sendo, podemos concluir que Cultura funciona como uma definição e Culturas são as várias formas de aplicar essa definição.

Published at 15:14 ( 1 comment / 118 visits )
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October 10, 2008

“ O cérebro de uma pessoa é tão único como a sua cara.”


De facto, o cérebro de uma pessoa é tão único como a sua cara. No entanto, esta singularidade tem origens diferentes.
As diferenças exteriores, isto é, as características físicas, são as mais evidentes. A cor do cabelo, a cor dos olhos, o tom de pele, etc. é o nosso fenótipo, a expressão directa do nosso código genético (genótipo); código esse que é distinto em cada um de nós, à excepção dos gémeos verdadeiros (monozigóticos). Assim sendo, parece que a nossa “cara” é herdada.
Mas o “cérebro”, ou seja, as características psicológicas, essas sim distintas em todos nós sem excepção, são bastante maleáveis, ao contrário das características físicas. Embora possa haver uma determinada tendência para a definição da personalidade, é sobretudo o meio em que vivemos, as experiências que temos e as aprendizagens que fazemos que a moldam.
Portanto, é neste duelo entre a hereditariedade e o meio que nos tornamos seres únicos, em todos os sentidos.



Vídeos relacionados:


Teoria do Behaviorismo - John Watson:
Modelagem - Skinner:





Published at 20:15 ( 3 comments / 120 visits )
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October 6, 2008

Simbologia da Psicologia

Psi
Psi
Le-se psi, e por essa razão é usada como símbolo da psicologia, e a vigésima terceira letra do alfabeto Grego e é também utilizada na irrigação para representar o potencial Hídrico e os seus componentes.

Published at 21:28 ( 1 comment / 85 visits )
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October 6, 2008

Links de interesse sobre psicologia.

American Psychological Association (APA) - http://www.apa.org/

Associaçao Portuguesa de Psicologia - http://www.appsicologia.org/

Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação - http://www.fpce.ul.pt/

Published at 21:27 ( 1 comment / 71 visits )
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September 29, 2008

“O Homem é um viajante”

Esta frase pode ter várias formas da interpretação. No entanto, a meu ver, a analogia que se pretende fazer é entre a exploração do mundo, através das viagens, e a descoberta de nós próprios, das nossas características e capacidades, através das experiências e desafios diários.
Quando viajamos temos a possibilidade de conhecer outros lugares, outras culturas, outras línguas que nos fazem questionar a nossa própria forma de estar na vida e aprender com a diferença. Do mesmo modo, quando confrontados com os altos e baixos inesperados da vida, temos de questionar as atitudes que nos caracterizam e explorar outras alternativas. Assim, tal como nunca conseguiremos conhecer todos os povos e todas as culturas, também não conseguiremos, até morrer, descobrir todas as nossas facetas e capacidades.
Por isso, seremos viajantes até ao último dia da nossa existência.



Published at 18:57 ( 2 comments / 101 visits )
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