< Nem sempre a felicidade está onde julgamos estar, varias pecinhas que por vezes não se enquadram umas nas outras. Nem sempre de um campo florido saiem flores cantam seus amores. Assim como da gralha negra podem sair canticos de dor, mas a felicidade pode bem estar no alegre cantar da cotovia, e ai sim teremos uns momentos de alegria. Felicidade, quem sabe colhendo os grãos ainda maduros. O que me dá prazer não é o que alguns chamam de felicidade, o pão que me alimenta, a ilusão que me sustenta. Meus borrões de tinta, a pena que tenho sempre á mão são meu encanto onde me prendo e rendo toda a minha admiração! Com meus borrões de tinta encontro talvez um pouco de felicidade sem preço nem idade, sem vestidos de cor garridos sapatos de salto alto sem me aguentar de pé, não essa não é minha felicidade, mas a verdadeira realidade! São Percheiro