Quem pelos anos de sessenta e setenta, visitasse esta cidade de Tete em Moçambique, jurava que não retornava. Quem ali fixasse residencia sentia outra realidade e dificilmente a tocaria por outro qualquer lugar. Que mistério existiria para que as pessoas gostasse dum ambiente por vezes mais poerento que outro, dum calor infernal, paisagem sertaneja, rio enfestado de corcodilos , a distancia enorme de outra civilização mais moderna. O mistério não tem nada que desvendar o mistério está exatamente nessa pessoa que fica , é ela que recebe e o transmite ás outras pessoas na amizade, no convivio, no respeito e no querer fazer do lugar o deu lugar. E o rio deixou de estar infestado, a poeira deixou de se sentir, o calor é celestial e a paisagem passou a tropical. Nesse mudar de atitude a cidade ganha outro residente e a propaga por todos os meios.