Ética utilitarista de Stuart Mill

Stuart Mill classifica os prazeres segundo um critério qualitativo, considerando em primeiro lugar a dignidade do Homem e defende que o fim das nossas ações deve ser uma utilidade altruísta e não apenas egoísta.

Colocam-se assim duas objeções ao utilitarismo:

1 – O utilitarismo não funciona na prática, pois exige que estejamos sempre a calcular as consequências das nossas ações.

2 – O utilitarismo como não leva em conta as normas ou regras morais comuns, predispõe-nos a fazer coisas erradas.

Como resposta a estas objeções podemos ainda considerar:

  • O utilitarismo é uma teoria sobre o que torna as ações certas ou erradas.
  • O utilitarismo não é uma teoria sobre como devemos tomar as nossas decisões.